Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia dos Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Bruno Garcia e Marcelo Laham no cartaz de "A Comédia do Erros"
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl), meu querido Wolverine e o pai da Fiona, em Shrek.
Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu homem), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.
A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do Esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso. Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífolo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.
Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.
Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Monique Alfradique e Bruno Garcia "si querendo" em cena
Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!
Não vou precisar mentir não, Sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas, mas não menos bonito do que já havia percebido pela TV. O cara dá um caldo, gentiz!
Avaliação:
* Tá Eliminado!
** Cotada já, escolhidinha!
*** Peito duro!
**** Bonita pra caramba!
***** Fez o requisito!
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl),meu querido Wolverine e o pai da Fiona, do Sherek.
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Inauguro
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
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ro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.
A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.
Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS
Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.
Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.
Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.
Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!
Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.
A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.
Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS
Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.
Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.
Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.
Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!
Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.
A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.
Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS
Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.
Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.
Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.
Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!
Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.
A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.
Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS
Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.
Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.
Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.
Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!
Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o chuchu do Wolverine.<!–[if !mso]> <! st1\:*{behavior:url(#ieooui) } –>
Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!
Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.
Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.
A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.
Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS
Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.
Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.
Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.
Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!
Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)
piadinhas sexy sobre!)





