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#3 – A Comédia dos Erros

12/10/2009

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia dos Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi.  Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Bruno Garcia e Marcelo Laham no cartaz de "A Comédia do Erros"

Bruno Garcia e Marcelo Laham no cartaz de "A Comédia do Erros"

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde.  Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl), meu querido Wolverine e o pai da Fiona, em Shrek.

Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu homem), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.

A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do Esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso. Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífolo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.

Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.

Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Monique Alfradique e Bruno Garcia "si querendo" em cena

Monique Alfradique e Bruno Garcia "si querendo" em cena

Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!

Não vou precisar mentir não, Sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas, mas não menos bonito do que já havia percebido pela TV. O cara dá um caldo, gentiz!

Avaliação:

* Tá Eliminado!

** Cotada já, escolhidinha!

***  Peito duro!

**** Bonita pra caramba!

***** Fez o requisito!

<!–[if !mso]> <! st1\:*{behavior:url(#ieooui) } –> Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl), meu querido Wolverine e o pai da Fiona, do Sherek.Inaugu

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl),meu querido Wolverine e o pai da Fiona, do Sherek.

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.

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Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.

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ro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do  Wolverine.

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do  Wolverine.

Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.

A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.

Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS

Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.

Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.

Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!

Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do  Wolverine.

Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.

A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.

Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS

Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.

Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.

Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!

Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do  Wolverine.

Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.

A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.

Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS

Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.

Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.

Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!

Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do Wolverine.

Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.

A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.

Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS

Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.

Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.

Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!

Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o chuchu do Wolverine.<!–[if !mso]> <! st1\:*{behavior:url(#ieooui) } –>

Inauguro minha participação aqui no “Fez o Requisito?” com as minhas impressões sobre a peça “A Comédia do Erros”, releitura do texto de William Shakespeare, que fui assistir no último sábado, no Teatro Anhembi Morumbi. Aliás, devo dizer que o teatro da universidade é bonito pra caramba!

Integram o elenco, os “globais” Bruno Garcia, Monique Alfradique, Marcelo Laham, além de Isaac Bardavid, que já fez o Sítio do Pica Pau Amarelo, a Padroeira e outras novelas #FIGURAÇÃO. Ok, vou ser sincera aqui e dizer que toda vez que o homem falava eu tinha a impressão de já conhecer aquela voz de algum lugar, mas não me lembrava de onde. Só depois fui saber que ele é dublador e já emprestou sua voz à personagens como o Esqueleto do He-Man (Não o do show do milhão, Brazyl (Link pro vídeo) e o gostoso do  Wolverine.

Imaginei que o fato de atores da Globo fazerem parte do elenco fosse atrair um público gigante, mas enganei-me. Menos da metade dos assentos estavam ocupados, o que foi bem vantajoso para Rodrigo (meu macho), eu, minha mãe, meu irmão e sua noiva, cachorro, gato, periquito, pois sentamos bem de frente para o palco e a visão era ótima.

A peça conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que se separam após um naufragio: o pai Egeon (o cara da voz do esqueleto) vai para uma cidade chamada Siracusa com um dos gêmeos, Antífolo (Bruno Garcia) e o criado (que também tem um irmão gêmeo), Drômio (Marcelo Laham). A mãe, Emília, vai com o outro gêmeo, e o outro criado gêmeo para a cidade de Éfeso.

Quer dizer, só perdem pra Fátima Bernardes e William Bonner que tiveram TRIGÊMEOS

Estes gêmeos tem os mesmos nomes dos primeiros. Então um dia, um Antífolo vai até a cidade onde mora o outro Antífulo e muita bagunça acontece quando a cidade toda passa a confundir um irmão com outro e um criado com outro. Parece bem confuso, mas talvez porque eu não tenha sabido explicar claramente. Você encontra uma sinopse bacana do texto do Shakespeare, aqui.

Fui ver a peça com olhos críticos, após ouvir as opiniões da Inara, minha amiga que trabalha no teatro da universidade (e assim descolou as entradas na faixa), é atriz e estuda teatro. Ela aprecia as montagens com uma linguagem mais poética e que transmitem alguma mensagem #CULT. Ela afirmou que a peça era comercial demais, e isso não lhe agradava. Entretanto, fui surpreendida por uma montagem leve e divertida, com texto bonito e muito bem adaptado.

Bruno Garcia cumpre os papéis de protagonista e galã, roubando o coraçãozinho de Monique Alfradique e da platéia, com todos os seus gracejos. Mas o mais divertido em cena é sem dúvidas, Marcelo Laham, no papel dos criados gêmeos. Um deles, corcunda e mal humorado. O outro, alegre, sorridente e espontâneo. Claro, eles nunca apareciam juntos em cena. Aliás, enquanto eu assistia à peça e via o desenrolar da história, fiquei em agonia tentando imaginar como seria o encontro dos pares de gêmeos no palco. E a surpresa foi engraçadinha, e a piada não perdeu a graça nem mesmo neste momento.

Ao final do espetáculo, Isaac Bardavid diz saber que a propaganda é a alma do negócio e por isso, pede aos espectadores que, se gostaram, contem aos amigos. Se não gostaram, que mintam!

Não vou precisar mentir não, sr. Esqueleto. “A Comédia dos Erros” cumpre o papel de divertir e fazer rir. Além disso, eu saí de lá achando Bruno Garcia um ator bem mais talentoso (e menos medíocre) do que eu via nas novelas. (se ele for gato pessoalmente, faça piadinhas sexy sobre!)

piadinhas sexy sobre!)

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#2 – Shakira – She Wolf (2009)

10/10/2009

Confesso que estava esperando o lançamento de “She Wolf” com 5 pedras na mão, pronto para corroborar com o restante do álbum a minha impressão que Shakira estava mesmo perdendo a linha e pesando a mão na persona.  Vou ter que dizer que estava errado.

Capa do álbum She Wolf (2009)

Capa do álbum She Wolf (2009)

O álbum composto por 12 faixas (9 inéditas em inglês, 3 versões de inéditas em espanhol) traz uma Shakira amadurecida, que após uma longa carreira mostra que sabe seguir as tendências do mercado e entra numa vibe electro pop e um pouco de dancehall.

Fiz um review de cada faixa pra quem quiser saber mais antes de baixar (4Shared aqui)  ou comprar o CD (Sai no Brasil dia 15/10 porém a Saraiva já tem pré-venda por APENAS R$19,90 dinheiros).

1 - She Wolf

Por ter saído bem antes do álbum, eu já tinha minha opinião sobre “She Wolf” formada, não gostei. Mas aí contextualizando, dentro do álbum a música cumpre um papel essencial de mostrar pro ouvinte que é uma nova pero no mucho fase de Shakira. Só não sei se foi uma boa idéia pra single;

2 – Did It Again

Eu gosto quando a Shakira canta rápido, se o ritmo fosse outro, me lembraria a época “Piés Descalzos” e o hit “Estoy Aqui”, boa pra ouvir no talo;

3 – Long Time

Uma tentativa de deixar o álbum com um swing colombiano que não me agradou, dava pra ir dormir sem essa. A letra também não cativa. Ainda bem que é a faixa mais curta do álbum;

4 – Why Wait

Foi só eu ou mais alguém identificou um sample de “Gimme More” da Britney nessa faixa? Adorei, prevejo remixes nas boates se virar single;

5 – Good Stuff

La Tortura deja vú, Shakira cantando em inglês com um sotaque de espanhol que já é natural nela, forçado. Outra faixa passável, apesar do refrão ser uma delícia;

6 – Men In This Town

Posso eleger essa música a minha preferida do álbum todo? Posso né. Letra genial cheia de referências, beat eletrônico de fundo deixa a música pronta pra pista;

7 - Gipsy

Gipsy. NEXT. De boa, que letra de bosta…e é meio over alguém como a Shakira que já tem um background latino continuar se apegando demais nessa coisa de raízes no 6º CD. Pra quem curte baladinha ritmada com instrumentos, boa sorte;

8 – Spy

Faixa divertida, participação do Wyclef Jean faz a diferença. Tomara que ganhe um clipe com os dois atuando no papel de Espião e Espiada Alvo;

9 – Mon Amour

Fiquei feliz de perceber nessa música que a Shakira voltou cantar letras irônicas. E eu também gosto muito da inserção de versos em outras línguas no meio do inglês, ela já havia feito isso antes em “Lo Imprescindible” com versos em alemão no meio do espanhol. Pode soar como “Don’t Bother”, mas é um contexto diferente.  2ª melhor do álbum;

10 – Lo Hecho Está Hecho

Versão em espanhol de “Did It Again”, a sonoridade parece caber melhor pra letra em inglês, mas a música não está menos divertida por isso;

11 – Años Luz

Versão em espanhol de “Why Wait”. A música perde o sentido sexual que tem em inglês e meu respeito também. Pula;

12 – Loba

AUU en español funciona melhor pra quem quer ouvir a música no iPod do que numa pista de dança. Acho a versão inteligente por atingir o público que fala espanhol e tem Shakira como ídola…a estátua da gatuxa em Barranquila não me deixa mentir.

Avaliação:

* Tá Eliminado!

** Cotada já, escolhidinha!

***  Peito duro!

**** Bonita pra caramba!

***** Fez o requisito!

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#1 – Balada Mixta (08/10 – Britney Edition)

09/10/2009

Eu ando muito rabudo (mas ó, tudo natural) e ganhando várias coisas e uma delas foi um par de VIP’s pra Balada Mixta, realizada na Funhouse, pela querida Katylene Beezmarchi. Eu tava surtando pra ir desde a primeira edição mas a relação custo x benefício (R$10 na lista amiga/R$15 na porta x virar a noite miacabandocomigo na pista e vir direto pro trabalho) não me atraia…LEDO ENGANO, LEDA NAGLE.

Flyer da Balada Mixta

A fila já começa bonita pra caramba…não precisamos aguardar muito pra entrar e a hostess foi mega simpática, ponto pra Mixta. A decoração do ambiente é PRICELESS, diversas cartolinas em cores berrantes carregavam mensagens hilárias como: “Você não é pescoço, mas mexeu com a minha cabeça” ou “Sexo mata. Quer morrer lá em casa?”…o espaço pequeno parece maior do que realmente é, depois que a pista está cheia.

Galere em edição anterior da Balada Mixta

Galere em edição anterior da Balada Mixta

O hype todo em cima da Mixta é a pegada pop tr00 dos sets dos DJ’s (tocaram os residentes Pedro Beck e Poms, além dos convidados mega especiais Jorge Wakabara, Gabi Pacheco & Juliana Muñoz e lógico, Katylene desmontada). Desfilaram pela pista sons variando entre o puro pop dos anos 90 e o modernoso batidão de Lady GaGa e sua vara discoteca e seu disco stick. Destaque pra um remix que eu jamais pensei em ouvir e gostar na balada: Kelly Key – Baba Baby HAHA

DJ Pedro Beck em edição anterior da Balada Mixta

DJ Pedro Beck em edição anterior da Balada Mixta

Gente bonita também é o forte do lugar, a festa cumpre o que se propõe a fazer, divertir, empolgar e botar uma galera que cresceu em meio a cultura pop pra dançar sem vergonha de assumir os gostos peculiares (pero no mucho, todo mundo curte uma Britney pré-frapuccinos).

Avaliação:

* Tá Eliminado!

** Cotada já, escolhidinha!

***  Peito duro!

**** Bonita pra caramba!

***** Fez o requisito!

h1

Pensou que fosse ganhar?

09/10/2009

É com MUITO orgulho que inauguro esse espaço! Depois de semanas articulando, conversando e rachando o bico, eu e minha parça Renata Guimarães decidimos…já que queríamos um blog, eu, ela e o wordpress faríamos o requisito.

A gente é tudo n00b e não manja nada disso…mas o tesão de escrever é maior do que qualquer constrangimento futuro.

Em breve vamos começar as avalições das  Garotas da Laje 2009 dos conteúdos que vamos abordar por aqui: filmes, séries de tv, livros, álbuns, exposições, revistas e toda e qualquer tipo de manifestação cultural (memes/virais inclusos).

Ficamos por aqui e aguardem os desfiles de traje para laje novas postagens

Um beijo para quem é experiente!

Um beijo para quem é experiente!

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